
RENASCENÇA
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Não sei se é o sótão ou o porão
que devo faxinar primeiro.
Limpo as teias que envolvem o pensamento
ou o sentimento que enlevou minhas veias?
Um amor excluído depois de concluído,
deixa vestígios imbuídos em pranto.
O tecido que outrora recebeu nosso delírio,
agora é embebido de martírio,
que escorre pelos mesmos olhos;
aqueles que foram sinceros no desejo
e ardentes no gozo.
Porém, o sol que entra pela janela
seca todo ressentimento...
Retira das paredes
todo bolor do tempo
e as marcas de um sentir frio.
Deixo soprar o vento...
Novos ares!
Novo acontecimento!
Novo amor em novos mares...
Renascimento.
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Janete Pedroso do Carmo
..
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Não sei se é o sótão ou o porão
que devo faxinar primeiro.
Limpo as teias que envolvem o pensamento
ou o sentimento que enlevou minhas veias?
Um amor excluído depois de concluído,
deixa vestígios imbuídos em pranto.
O tecido que outrora recebeu nosso delírio,
agora é embebido de martírio,
que escorre pelos mesmos olhos;
aqueles que foram sinceros no desejo
e ardentes no gozo.
Porém, o sol que entra pela janela
seca todo ressentimento...
Retira das paredes
todo bolor do tempo
e as marcas de um sentir frio.
Deixo soprar o vento...
Novos ares!
Novo acontecimento!
Novo amor em novos mares...
Renascimento.
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Janete Pedroso do Carmo
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FANTÁSTICO
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Os sonhos bailam
vestidos de fantasia,
nos salões do castelo
onde mora a poesia...
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Os contos são de fada,
de princesa e de magia.
No reino do faz de conta
tudo é amor e alegria...
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O fantástico irreal
é um vento que visto.
A ilusão é areia,
porém nela insisto...
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Janete Pedroso do Carmo
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